quarta-feira, maio 18, 2011
Parte VI.
quinta-feira, maio 12, 2011
Parte V
Eu nunca vou entender exatamente o que eu quero, mas as nossas vontades nem sempre funcionam como uma conta de mais.
Mais aí, depois você vem querendo me ligar, me adular, me querendo. E eu vou topar. Apesar de todo desprendimento, eu me engano o tempo todo.
Tomei um banho demorado pra passar a naúsea que eu tava sentindo. Peguei a garrafa de whisky 12 anos que eu tinha prometido beber somente em uma ocasião especial. Duas pedras gelo, por favor, senhora idiota. Que raiva!
Peguei o Laptop, sentei no sofá, enrolada em uma toalha e vi o email que havia acabado de chegar... Ele é mesmo um filho da puta, desgraçado, acha que com meia dúzia de palavras e pedidos de desculpas eu vou recomeçar de onde a gente parou. Ele estava certo.
O maior decote é sempre infalível. O táxi chegou.
Por @Luhmsp
terça-feira, maio 10, 2011
Parte "de" IV
Abri a porta. Ele estava de cabeça baixa com o braço levantado apoiado na parede sustentando todo o corpo. Estava lindo, com aquela blusa azul contrastando com a pele branca. Um olhar embriagado e um sorriso safado. Minhas pernas começaram a tremer, meu estômago já não existia, meu coração batia tão forte que se ele me abraçasse naquele momento iria sentir a pulsação. Eu não sabia o que falar, o que fazer, os poucos segundos que passamos em frente à porta parecia uma eternidade. Eu queria abraçar, beijar, lamber, chupar... Uma mistura de amor e tesão, de carinho e tara. A minha coragem fugiu como gato foge de água. Mas ele não hesitou, não precisei falar nada! Com uma fúria ele me pegou pela cintura, pôs meu corpo junto ao seu e me beijou. Lambia lentamente o meu pescoço e passava sua mão malina entre minhas pernas. Eu, já embevecida, envolvida e inebriada com a situação, não conseguia reagir, somente permitir. E já deitados no sofá sua mão subia cada vez mais, no momento a única coisa que eu conseguia pensar era: Benditos sejam os vestidos. Eu já estava toda molhada, pronta pra receber dedo, língua, cacete, o que viesse... mas ele foi sutil, subiu vagarosamente a mão e me tocou, por cima da calcinha, parecia que ele queria me sentir, sentir meu calor e meu fogo. Depois, devagar ele afastou minha calcinha e introduziu um dedo e junto veio o meu gemido de prazer. No meu ouvido ele sussurrou que queria sentir meu gosto. Nesse momento o telefone dele toca. Porra, quase cortou o clima, porém ele deixou de lado e nem se importou. Mas a pessoa foi insistente e ligou 3 vezes mais. Ele se levantou, se afastou para atender e voltou com cara de poucos amigos. Pegou a chave do carro, me deixou no sofá esperando e foi embora...
Por @EllaRafa