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segunda-feira, junho 11, 2012

Parte XIII

Na pressa de foder com aquele puto mais uma vez, nem atentei pra perguntar porque o caminho do apartamento não era o mesmo do antigo.
Mesmo estando de cabeça baixa fazendo sexo oral nele, eu desconhecia aquele trajeto. Resolvi deixar o silêncio imperar.
Ele parou em uma rua deserta. Senti cheiro de mar. Chupei tanto ele que nem me dei conta que já estávamos rodando dentro do carro dele fazia uma meia hora.
Ele desceu, abriu um portão, me mandou permanecer dentro do carro. Fiquei. Dois minutos. Ele retornou, colocou o carro pra dentro, fechou o portão.
Desci do carro e antes de entrar na casa, senti ele por trás quase que me penetrando. Soltei um gemido gostoso e ele sussurrou "Agora minha puta de um homem só tem seu próprio antro de safadeza..."
Entramos nos beijando, nos lambendo, passeando as mãos pelos nossos corpos suados, molhados de tanto prazer.
A casa ficava de frente para o mar. Era final de tarde, o sol estava se pondo e naquele lugar tão lindo a gente transou. Parecia que eu nunca havia tido aquele homem nos meus braços.
Aquele clima todo me envolveu demais. Eu amo praia! E ele sabe muito bem disso... Ele sabe de tudo que me agrada! A língua nos meus mamilos, as mãos nas minhas coxas, os beijos a todo instante.
Depois de tudo eu quis perguntar tanta coisa mas como sempre tive preguiça de conversar depois do sexo, apenas virei pro lado e dormi.
A manhã seguinte ia chegar mesmo, quando fosse o momento oportuno eu saberia do que se tratava aquele lugar. Eu era homem demais depois de transar pra ficar de papo! Um beijo na testa, outro na boca, tava bom demais.
Cansada, deitei e dormi feito um anjo despudorado. Acordei com o sol nascendo e o homem mais safado do planeta do lado...


Por @Cinthia_Ribeiro